Essa tal Felicidade...

Palavras Chave: Bem-Estar, Coach, Coachee, Coaching, Crenças, Felicidade, Lei da Atração,Mapa e Território, Metáfora, Percepções

Você provavelmente já ouviu, muitas vezes ao longo da vida:

- A felicidade está onde a colocamos, mas sempre a colocamos onde não estamos.
- A felicidade não é deste mundo.
- Como posso ser feliz com tanta infelicidade ao meu redor?
- Ah… se eu tivesse aquele carro, aquele apartamento, seria muito feliz.

As duas primeiras frases revelam crenças que posicionam a felicidade no futuro — como se ela fosse consequência de esforços e conquistas. Trata-se de uma felicidade que precisa ser sofrida, conquistada, quase comprada. E, assim, permanece sempre distante.
A terceira frase reflete a crença de que a nossa felicidade depende da felicidade dos outros. Sobre isso, vale acompanhar a metáfora das rãs e do pintassilgo, apresentada por Rubem Alves, no livro Conversas com Quem Gosta de Ensinar:

“Há uma História , contada por Theodore Roszak, de uma sociedade de rãs que viviam no fundo de um poço. Como nunca haviam saído de lá, para todos os efeitos práticos, os limites do poço eram os limites do seu mundo.
É sempre assim: é difícil pensar além da experiência.
Um pintassilgo descobriu o poço, viu as rãs, sentiu compaixão e resolveu contar o que havia lá fora. Falou de campos verdes, águas limpas, flores, frutos, florestas… um mundo que enchia os olhos.
No início, gostaram das histórias. Um bom contador de casos.
Depois, um grupo de filósofos analisou seu discurso e concluiu que era ideologia perigosa, cheia de enganos. Na visita seguinte, antes que ele abrisse o bico, torceram-lhe o pescoço.
‘Boca que conta mentira não merece falar.’
Morto, o empalharam e o colocaram no museu das conquistas da crítica da ideologia.”

Essa metáfora nos ajuda a compreender a felicidade sob diferentes perspectivas. O pintassilgo vivia uma realidade; as rãs, outra. Nenhum estava certo ou errado — apenas possuíam percepções distintas.

Na Programação Neurolinguística, isso é explicado pelo conceito de “Mapa não é Território”. Ou seja, cada pessoa interpreta a realidade à sua maneira. O “mapa” é a forma como percebemos o mundo; o “território” é a realidade em si.
Cada ser humano possui sua própria versão da realidade — não melhor, nem pior, apenas diferente. O que é verdadeiro e significativo para alguém pode não ser para outro.
O pintassilgo desconhecia essa limitação das rãs. E as rãs, por sua vez, não estavam interessadas em expandir sua visão.

Esperar ser feliz apenas quando todos forem felizes é uma ilusão. A felicidade está mais próxima do bem-estar — da capacidade de viver bem o momento presente, de acordo com a sua interpretação da realidade.A felicidade é um estado interno.As pessoas ao seu redor podem até se inspirar em você, mas cabe a cada uma decidir se quer ou não trilhar esse caminho.

Quanto à quarta frase, não há problema algum em desejar um carro, um apartamento ou qualquer outra conquista. A questão é: você precisa ser infeliz até que isso aconteça?

Essa crença distorce o conceito de qualidade de vida. Condicionar a felicidade à posse de bens — muitas vezes inatingíveis — é uma forma silenciosa de autossabotagem.

Definir com clareza o que você deseja, respeitando suas possibilidades e sua identidade, faz parte do seu desenvolvimento e da sua realização pessoal.

Buscar conquistas coerentes gera satisfação. Buscar o impossível, por outro lado, pode gerar frustração constante.

Importante: Quando você está em um estado de infelicidade, tende a focar no problema. Quando está em um estado de bem-estar, amplia sua visão, aprende com os desafios e até mesmo os momentos difíceis passam a ter significado construtivo.
E isso também é felicidade.

Um bom “termômetro” para avaliar seu caminho é refletir:
- Você sabe o que realmente quer?
- Essa conquista é possível dentro da sua realidade?
- Você se sente merecedor?
- Suas ações são coerentes com sua identidade?
- Você está agindo de forma ética e sustentável?
- Você se sente bem nesse processo?

Se as respostas forem positivas, continue. Persista. Ajuste o caminho sempre que necessário. Seja flexível.
Nesse estado, a energia que você transmite favorece a atração de oportunidades, pessoas e recursos alinhados aos seus objetivos.

E um Coach pode ajudar nesse processo? Sim.

O Coach atua por meio de perguntas poderosas, que ajudam a identificar crenças limitantes, conflitos de identidade, valores desalinhados e objetivos que, muitas vezes, nem são realmente seus.
Estruturar caminhos rumo à felicidade é um processo profundo — tão intenso quanto a própria busca por ela.
Por que não experimentar?

   

 

 

 

 

Master Practitioner em PNL

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Elza Conte - Uma Coach que acredita em constante reconstrução.

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