Um Planejamento com a sua marca - Fazer para Ser

Palavras Chave: Coach, Coachee, Coaching, Congruência,Objetivos bem formulados, Metas,Modalidades Representativas, Mudanças, Perguntas de Poder, Planejamento, Ser-Fazer-Ter

 

No artigo anterior SER-FAZER-TER, da série Um Planejamento com a sua marca, enfatizamos a importância da congruência de nossas ações, alinhadas com nossos valores., objetivos e visão o futuro. Veja em anexo

Ter o que todos têm certamente não é garantia de sucesso e realizações igualitárias. Veja se estas frases são familiares a você:

Quando eu tiver o carro X, a casa Y, serei realmente feliz.
Quando eu terminar a faculdade, estarei realizado.
Quando eu for gerente da empresa, estarei tranquilo.

Se essas frases são familiares a você, reflita sobre a incongruência entre o SER e TER. Ser feliz, estar realizado, estar tranquilo são estados de espírito, e independem do TER um objeto. Aliás uma pessoa feliz, realizada e tranquila, certamente tem mais inspiração para ir ao encontro das conquistas.

Por outro lado, em nossos atendimentos de Coaching, observamos com frequência, Coachees (clientes), confusos com a definição do que realmente querem, e consequentemente o que realmente são na sua essência. Nas experiências realizadas com PNL, observamos que grande parte das pessoas, no quesito modalidades representativas são visuais. Há necessidade de ver para entender o ser. Muito jogo de palavras? Vamos aos fatos.

Devidamente autorizada, vou relatar um caso tratado em minhas reuniões de Coaching, com minha Coachee Adelaide (nome fictício para preservar sua identidade).

Quando Adelaide contratou meus serviços, o seu principal desalinhamento era: "Eu não consigo fazer mais nada", nada me entusiasma. Eu gostava tanto de fazer trabalhos manuais para uma casa de repousa que colaborava, nem isso mais consigo.

Esse quadro apresentado pela Adelaide, denotava falta de clareza, em seus esquemas mentais. O que teria levado a Adelaide supostamente desistir? Como Coach eu precisava sentir seu caminhar para entender onde ela queria e precisava chegar. Perguntei-lhe:

- O que você gostaria de fazer exatamente agora, se estivesse motivada, a fazer alguma coisa?
- Uma colcha de Patchwork(retalhos) para um casal de velhinhos da casa de repouso que ajudo.
- Uma colcha de retalhos de tecido?
- Não uma colcha com quadradinhos de tricô.

Aproveitei a confusão e disse-lhe sobre a importância da clareza em nossos objetivos. Pode parecer muito simples essa explicação, mas para termos um objetivo precisamos clareza.

Os olhos da Adelaide ganharam brilho. Naquela nossa primeira reunião, conversamos sobre como nosso cérebro precisa entender o que queremos: Clareza, Possibilidade e Capacidade de realização, Evidências de sucesso. Definida a Clareza da atividade, perguntei para Adelaide, sobre a possibilidade dela começar muito devagar a colcha sonhada. Disse-lhe que precisaríamos provar ao seu cérebro, que ela conseguia executar, o que se permitisse a fazer. Ela estava claramente até aquele momento em uma espiral negativa. Precisávamos quebrar aquele estado, mudando o foco, para fazer um pouco por vez. Aqui começou o fazer para entender o ser.

A novidade apresentada para Adelaide, a fez decidir por executar a cada semana, como meta, 10% do objetivo final. Estava naquele momento definida uma meta: 10 semanas para fazer uma colcha para ser doada para uma casa de repouso.

Data Inicial, Data Final, Objetivos bem definidos. Mãos a obra.

Evidencias de sucesso: A cada reunião a Adelaide traria o resultado de seu trabalho (os quadradinhos de tricô) e um diário de bordo, com análise dos pontos positivos e negativos no desenvolvimento de atividade (Feedback).

Assim o fizemos. A cada reunião a Adelaide contava-me sobre a atividade. Não pensem que foi simples. As primeiras três semanas, tratamos os sintomas de motivação. Em Programação NeuroLinguística, estudamos e analisamos como as pessoas agem em relação a motivação. Por aproximação(ir ao encontro dos objetivos) ou por afastamento (afastar-se do que nos faz sofrer), que era o caso da nossa Coachee. Medos, Fuga da dor, Falta de Flexibilidade, entre outros sintomas, foram alinhados.

Com a motivação direcionada para a aproximação, nossa meta de 10 semanas passou para 6. Colcha pronta. Fui junto com a Adelaide entregar o presente para um lindo casal de velhinhos. Bem faz algum tempo que não vejo a Adelaide. Ela está sem tempo de visitar-me o Fazer, mostrou a ela seu Ser. É uma ausência que qualquer Coach gosta de sentir.

Uso este método para outros vários planejamentos, sempre que a ação esteja inibindo o livre caminhar. Simples e eficiente. Assim são as reuniões de Coaching.
Espero você para conversarmos a respeito.


 

   

 

 

 

 

Master Practitioner em PNL

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Elza Conte - Uma Coach que acredita em constante reconstrução.

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